Uma rota nova para uma tradição antiga. Isto é a Nova Rota Sublima.
Há mais de dois séculos, nas tabernas de Câmara de Lobos, os pescadores da Madeira batiam uma bebida simples para aquecer o corpo depois de noites frias no mar: aguardente de cana, mel e limão, mexidos com um pau de madeira a que chamavam caralhinho. Nasceu a poncha — e com ela, uma cultura inteira de encontro, conversa e partilha.
A Nova Rota Sublima nasce dessa memória. Somos gente da ilha que trouxe para o Porto aquilo que mais tem saudades: o sabor, o cheiro e o barulho de uma casa madeirense de verdade. Não quisemos abrir só mais um bar — quisemos abrir um pedaço da Madeira no continente.
«A poncha não se serve depressa. Serve-se com tempo, com história e com quem está à mesa ao lado.»
Na Madeira, a Rota da Poncha é o caminho que liga as tabernas e casas onde se prova a melhor poncha da ilha — cada uma com o seu segredo. Quisemos abrir uma nova paragem nessa rota, longe da ilha mas fiel a ela. E «sublima» porque é isso que queremos que aconteça a cada quem entra: elevar uma noite normal a uma noite que sabe a Madeira.
Trabalhamos com produtos madeirenses sempre que podemos, batemos cada poncha à mão e à frente do cliente, e servimos petiscos que aprendemos em casa. Sem pressas, sem atalhos. O que está no copo e no prato é o mesmo que servíamos aos nossos.
Aguardente de cana, mel e limão para aquecer as noites frias no mar. Nasceu ali a poncha.
Uma nova paragem na Rota da Poncha — longe da ilha, fiel a ela.
Receitas e produtos da ilha. Se não é como na Madeira, não sai da nossa cozinha.
Mesas para juntar gente. A poncha sabe melhor quando é para brindar em conjunto.
Recebemos como se recebe família. Quem entra uma vez, volta sempre.
Venha provar a nossa versão da tradição — e diga-nos qual das ponchas ficou a sua preferida.
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