Poncha batida no caralhinho, petiscos da ilha e aquele calor atlântico que só a Madeira tem — no coração da cidade, até à meia-noite.
A poncha nasceu nas tabernas de Câmara de Lobos para aquecer os pescadores. Pegámos nessa tradição, atravessámos o mar e abrimos as portas aqui — para quem tem saudades da Madeira e para quem ainda a vai descobrir.
Somos gente da ilha. Trabalhamos com produtos madeirenses, batemos a poncha à frente do cliente e servimos petiscos que sabem a casa. Sem atalhos — só o real.
A nossa história →Uma das casas madeirenses mais novas do Porto — e das poucas onde a poncha se faz mesmo à mão.
Faz-se à mão, na hora, com o caralhinho — o pau de mexer que lhe dá o nome e a alma.
A base de tudo: aguardente de cana-de-açúcar da Madeira.
Mel de abelha e sumo de limão acabado de espremer.
Mexe-se com força até tudo se tornar um só. Este é o segredo.
Servida de imediato. A primeira nunca é a última.
Não servimos só uma bebida. Servimos um bocadinho de ilha a quem entra por aquela porta.
— A casa Nova Rota SublimaProdutos e receitas da Madeira. A poncha é batida à sua frente, como manda a tradição.
Ambiente de tasca madeirense: mesas partilhadas, conversa e aquele calor de casa.
Aberto até à meia-noite. O sítio certo para começar — ou acabar — a noite no Porto.
Rua [•••], Porto (a confirmar)
Telefone / WhatsApp (a confirmar)
Horário indicativo — a confirmar com a casa.
Grupos, aniversários ou só a vontade de matar saudades da ilha — reserve a sua mesa e nós tratamos do resto.
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